sexta-feira, 11 de maio de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
CLIPE OFICIAL - RESUMO DO CASAMENTO DE GUSTAVO E MYLLENE
CLIPE GERAL
PADRINHOS E NOIVOS
FAMILIARES E CONVIDADOS
MOMENTO DA VALSA
ENTRADA DAS ALIANÇAS
SAÍDA DOS NOIVOS E DECORAÇÃO
PADRINHOS E NOIVOS
FAMILIARES E CONVIDADOS
MOMENTO DA VALSA
ENTRADA DAS ALIANÇAS
SAÍDA DOS NOIVOS E DECORAÇÃO
domingo, 26 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
ASSINEM A PETIÇÃO ENDEREÇADA A PRESIDENTA DILMA PEDINDO A INTERMEDIAÇÃO DO BRASIL JUNTO AO GOVERNO IRANIANO
ASSINEM A PETIÇÃO ENDEREÇADA A PRESIDENTA DILMA PEDINDO A INTERMEDIAÇÃO DO BRASIL JUNTO AO GOVERNO IRANIANO
Com o objetivo de pressionar e manter a visibilidade do caso do pastor iraniano cristão Youcef Nadarkhani, condenado à morte no Irã por apostasia, o Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ, sigla em inglês) iniciou a campanha “Tweet para Youcef”.
A campanha incentiva os usuários do Twitter a enviarem, diariamente, um post para manter o caso em evidência e pressionar as autoridades locais a libertarem o pastor.
Para identificar os posts da campanha, os mesmos devem conter a menção “Via OfficialACLJ”. Além disso, o autor pode citar fatos sobre a prisão do líder religioso ou mensagens de apoio a ele.
Outras organizações, como A Voz dos Mártires EUA, também incentivam que cartas ou emails sejam escritos ao pastor com palavras de encorajamento.
Resumo dos fatos
O caso começou em outubro de 2009, quando o pastor Youcef Nadarkhani protestou contra a imposição das aulas de conteúdo islâmico a seus dois filhos na escola, o que é permitido por lei no país independente da religião dos alunos.
A prisão veio ano seguinte, quando após mais de dez anos atuando como líder pastoral em várias igrejas locais, Nadarkhani tentou registrar sua própria igreja.
Ele, juntamente com sua esposa e outros seguidores cristãos, foi julgado por apostasia – renúncia à religião islã – e também por tentar evangelizar muçulmanos. O caso foi levado ao Supremo Tribunal do Irã e seu advogado, Mohammed Ali Dadkhah, argumentou que, por ele não ser muçulmano antes de se tornar pastor, tecnicamente ele não teria renunciado ao Islã.
Além disso, também foi argumentado em sua defesa a própria constituição iraniana, que prega a liberdade de expressão. No entanto, a Suprema Corte reafirmou o “crime” sob a declaração que o líder teria ascendência muçulmana. A sentença veio como forma de intimação: ou Nadarkhani renunciava ao cristianismo ou teria pena de morte.
O pastor repetidamente se negou a renunciar a sua fé, o que lhe rendeu a prisão até hoje e comoção pública mundial. A casa Branca condenou a execução do pastor, assim como a secretária americana Hillary Clinton e a União Européia. Todos pedem a sua liberdade imediata.
O caso continua tramitando no Irã, país em que 99% das pessoas pertencem a famílias de tradição islâmica.
Até nesta terça-feira, já são somados 841 dias que o pastor Youcef Nadarkhani está preso. O governo iraniano ainda não afirmou a decisão final sobre sua sentença.
Fonte: The Christian Post
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
IMPRENSA RECONHECE A PRESENÇA DO BLOCO SAL DA TERRA NO CARNAVAL
Todos sabemos que a imprensa em geral tende a seguir o seu ponto de vista sobre algo, mesmo que dizendo procurar ser objetiva e neutra, é comum relatos carregados de ideologias e em alguns momentos preconceitos. Com o Bloco Sal da terra não foi diferente, principalmente se tratando de um trabalho realizado por evangélicos. Mas percebemos avanços na cobertura midiática de nosso impacto.
Acreditamos que mesmo sem deixar algumas ironias, o fundamental é romper a barreira do silêncio e apatia dos veículos de comunicação que em alguns anos nem ao menos faziam menção a nossa existência no carnaval baiano. Com o tempo, eles foram percebendo que já estávamos consolidados no circuito Batatinha. Nossa conhecida alegria e agitação do tambores ungidos forçaram os meios de comunicação a registrar nossa presença, afinal de contas o Sal da Terra virou uma das principais
atrações do circuito.Neste ano tivemos algumas notas da imprensa que divulgaram a programação e atrações do bloco. O jornal Correio em seu site informou toda nossa programação, apesar do termo provocativo “Confira a programação do Carnaval Evangélico durante os dias da folia”. A jornalista da matéria Ana Falcão acaba por reconhecer nossa existência no circuito, assim relatando:
“O Carnaval de Salvador é mesmo para todos os públicos. Não é à toa que os evangélicos entraram na programação da festa e devem desfilar no Pelourinho, na Praça da Sé e no Circuito Dodô (Barra/Ondina) durante os cinco dias da folia momesca“.
Outro jornal que teve que se render a divulgar nossas atividades, meio que a contragosto, foi o Tribuna da Bahia que apesar do título irônico “Evangélicos entram na folia” reconheceu que:
“os evangélicos do Sal da Terra abrem o cortejo do circuito Barra Ondina com trio e muita agitação "santa", celebrando uma grande ceia no asfalto...”
Já o site Bahia Notícias, um dos mais acessados em Salvador, dirigido pelo conhecido jornalista do A Tarde, Samuel Celestino, por duas vezes noticiou nossas atividades, com as seguintes manchetes “Bloco Sal da Terra marca presença mais uma vez no circuito Batatinha” e “Evangélicos levam bloco de percussão ao Pelourinho”. As matérias expressaram as seguintes opiniões:
“Segundo Gustavo Mercês, membro da assessoria do bloco, o Sal da Terra tem como temática deste ano a paz. “Queremos agora levar uma mensagem de paz que Cristo nos entregou. Queremos uma Bahia sem violência e assassinatos, conhecida muito mais pelo amor ao próximo. Iremos levantar a bandeira contra às drogas, a prostituição infantil e a
violência contra mulher”, afirma.
Quando um dos repórteres do Bahia Notícias entrevistou o pastor Ubirajara, a sua opinião foi expressa reconhecendo o poder libertador do Evangelho, conforme nota:
“O bloco evangélico puxado pelo pastor Ubiraci realiza sua 11ª participação no Carnaval de Salvador, dessa vez contando com uma megaestrutura – incluindo monitores – e muitos associados, que, entre uma música e outra, pregam o Evangelho para os foliões incautos. "Em média, conseguimos converter 800 pessoas no Carnaval, fora aquelas que, meses depois, procuram a igreja", afirmou o pastor. O bloco é ligado à Igreja Batista Missionária da Independência, em Nazaré. A pregação faz mulheres de shortinho chorarem e se converterem, saindo direto dos braços de Momo para o colo de Jesus.”
Outros veículos da imprensa noticiaram nossas atividades durante o impacto, alguns mantendo certo preconceito, ao estranharem a missão de levar o Evangelho em plena festa pagã, onde a carne e o pecado são celebrados nas ruas de Salvador. Outros se surpreenderam com a nossa alegria como o site “Acorda Cidade”, do jornalista Dilton Coutinho afirmando que “Ao contrário do que se pensa, crente sabe fazer festa.”
Em matéria publicada hoje, o Tribuna da Bahia após divulgar nossas programações de hoje assim publicou:
Segundo o pastor líder do bloco, Ubirajara Gomes, o objetivo é levar uma mensagem contextualizada de esperança e paz inspirados na Bíblia. "Procuramos evangelizar utilizando a linguagem da baianidade e da musicalidade para levar Jesus até os foliões. Não queremos fieis para nossas igrejas, mas buscamos apenas que vidas saiam do carnaval dispostas a viver um novo estilo de vida segundo os mandamentos de Cristo", confessou o pastor.
Nós continuamos cumprindo a missão do “ide” e assim como Paulo em 1º Coríntios 9:19-23 nos ensinou: “Porque, embora seja livre de todos, fiz-me escravo de todos, para ganhar o maior número possível de pessoas. Tornei-me judeu para os judeus, a fim de ganhar os judeus. Para os que estão debaixo da lei, tornei-me como se estivesse sujeito à lei (embora eu mesmo não esteja debaixo da Lei), a fim de ganhar os que estão debaixo da Lei... Para com os fracos tornei-me fraco, para ganhar os fracos. Tornei-me tudo para com todos, para alguma forma salvar alguns. Faço tudo isso por causa do evangelho, para ser co-participante dele“.
Matéria escrita por Gustavo Mercês
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
CARTA DE DESFILIAÇÃO AO PSOL
CARTA DE DESFILIAÇÃO
Por Gustavo Mercês
Fundador e ex-dirigente estadual.
“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
Porque serão fartos” Mateus 5:9
A vida é feita de iniciativas, intervalos e sonhos. Conhecemos quando, como e porquê começamos, mas não somos capazes de assegurar onde iremos chegar. Na vida política, engajamos em ideais, fomentamos sonhos e construímos perspectivas, visando um horizonte. Assim, em 2004, um jovem garoto recém ingresso na universidade, outrora desanimado com os descaminhos da estrela vermelha que embalou boa parte de sua adolescência estudantil secundarista-cefetiana, passa a participar de um movimento pró fundação de um partido de esquerda socialista e democrático que iria mais tarde fundar na Bahia o atual PSOL. Acreditava que ali nascia um partido capaz de reivindicar bandeiras históricas da classe trabalhadora e com vocação para dialogar e construir um novo projeto societário entre seus iguais, o povo brasileiro.
Entusiasmado com as promessas de próspero vigor oriundo das lutas protagonizadas pelos movimentos sociais, acreditei que o PSOL seria capaz de assumir a condição de alternativa real e com vocação popular, capaz de se inserir em um projeto de inclusão social, redução das desigualdades sociais, combate à concentração de renda e ampliação da democracia e da esfera dos direitos.
Desde a fundação sempre ocupei as responsabilidades de dirigir o partido em minha cidade e estado, sendo em 2006 candidato a deputado estadual pela legenda. Coordenei a última candidatura vitoriosa a governo com o companheiro de sempre Marcos Mendes. Nesse percurso conheci pessoas que acreditam e lutam verdadeiramente pelos seus ideais como os revolucionários Valdísio, Guilherme, Tiago Paixão, Marcelle, João Machado, Arlei entre outros espalhados por esse país.
O programa do PSOL desde a sua fundação expressava um conjunto de bandeiras e proposições acumuladas pela esquerda brasileira que buscavam a liberdade sem abrir mão da democracia. Éramos um conjunto de organizações de diversas matizes ideológicas que se abrigaram nessa legenda em pró de construir um partido de esquerda com vocação popular, sem ter muitas garantias do que esse PSOL seria depois de alguns anos, congressos e eleições.
Os últimos congressos nacionais apontaram para uma hegemonia de tradições de esquerda que em determinados momentos para ocupar espaços institucionais e vagas no parlamento tendem para um afrouxamento de suas exigências no campo das alianças partidárias em eleição, sem necessariamente perder o discurso esquerdizante e o forte apelo a segmentos sociais que entendem estratégicos na consolidação política dentro da sociedade. Discursos carregados de sectarismo e voltados essencialmente para parte da sociedade que vislumbra influenciar. Assim o partido fez do debate acessório do aborto o tema central de sua política, assumindo forte ativismo “de trincheiras” sob uma maniqueísta e extremista opção de “declarar guerra a quem finge te amar”. Percebendo a radicalização do ativismo LGBTT, essencialmente ateu e anti-evangélico, esse partido erigiu enormes paredes a fim de colocar em suas elaborações autoritárias do lado dos homofóbicos todos aqueles que não defendam o homossexualismo como projeto societário, mesmo que isso represente reforçar uma intolerância religiosa e um distanciamento da possibilidade de diálogo com os cristãos brasileiros. O aceitável seria para eles, um cristão abrir mãos de suas crenças religiosas e “sair do armário” e negar tudo que acreditam no campo da espiritualidade.
Na corrente que fiz construir, fui alvo de ataques por alguns membros que não concebiam o meu direito, mesmo que minoritário, de continuar expressando minhas posições quanto a não legalização do aborto, a não aprovação de lei de incentivo ao ódio e a discriminação (a PLC 122) e resoluções tomadas por setoriais como o da juventude defendendo a legalização da maconha. Minhas teses não foram publicadas em cadernos congressuais e não sentia que o partido estava disposto a permitir que essas posições, entendidas por alguns como conservadoras, fossem apresentadas e discutidas internamente, sob o lema de já terem sido superadas.
Quero aproveitar para deixar nítido que não há como separar concepções políticas de crenças nos indivíduos. A visão de mundo e vida são influenciadas pela nossa subjetividade, que carrega conteúdos da ordem emocional, espiritual, ideológica e cultural. Logo minhas concepções partidárias e minhas crenças espirituais, ora influenciadas por noções socialistas e anticapitalistas, ora pelas doutrinas e experiências coletivas religiosas propiciaram a constituição desse indivíduo em muitos momentos paradoxal, mas com uma chama viva no peito e atitudes cotidianas em defesa de um outro mundo, mais justo, fraterno e menos desigual. Não sou homofóbico por ter o direito de ver na prática homossexual algo contrário a minha concepção de mundo, mas isso nunca me levou a tirar, restringir ou oprimir indivíduos que tem todo direito de viverem do jeito que bem entenderem, afinal nós prezamos pelo livre-arbítrio e desejamos que as pessoas sejam felizes e não oprimidas. No meu entender, o sectarismo em alguns setores na luta LGBTT não entendia que eu não tenho a obrigação de fazer apologia à prática homossexual e meu compromisso é lutar contra as agressões sofridas por indivíduos que adotam essa opção sexual. Defendo que a atual redação do PLC 122 não cumpre o papel de luta contra homofobia, mas se conforma em um instrumento de evidenciação de setores do movimento às custas do cerceamento do livre direito de opinião e crença dos cristãos, mas sempre respeitei a posição oficial do partido, apesar de não admitir a tentativa de silenciamento de minha avaliação sobre o projeto. Trincheiras foram esboçadas para tentar erigir no meio da sociedade, e dentro da própria esquerda, discursos carregados de rancor aos cristãos, agressões descabidas a simbologia e crença (como na parada gay que utilizou indevidamente representações dos santos católicos de forma sensualizada) e nas avaliações pouco aprofundadas contra as 'Marchas para Jesus", além de disparos e agressões de forma indiscriminada a todos aqueles que reivindicam o Protestantismo. Evidentemente, que há homofóbicos entre nós, como em qualquer setor da sociedade, mas não podemos lançar todos na mesma vala. Isso só serviu para fazer auto-proclamação de setores que buscam reafirmar identidade e presença na sociedade a partir da diferenciação agressiva e atentatória aos diferentes.
A esquerda brasileira ainda carece de maior tato no diálogo com cristãos, evangélicos, espíritas e muçulmanos. Se não tivermos a coragem e a tolerância no debate com esses setores, iremos mais uma vez perder um enorme contingente da classe trabalhadora para setores que não estejam comprometidos com o povo, mas que sabem respeitar seus credos e não colocam como central de sua política essas divergências religiosas, que devem ficar no âmbito particular.
Fiquei profundamente preocupado ao perceber que o veto à Marina nos primeiros debates tinha, mesmo que não declarado, ranço religioso. Fiquei indignado com a política de veto à figuras como Rose Bassuma só pelo fato de ter posição contrária a legalização do aborto. Inúmeras desculpas foram forjadas para justificar o injustificável, vetar quem pensa diferente. Venho acompanhando a atuação no Congresso Nacional dos parlamentares do PSOL que vêm adotando posições compromissadas com projetos autoritários e sectários como o PLC 122 e pela aprovação do famigerado “kit-gay”. Nas intervenções é notório o forte apelo anti-evangélico que transformou o partido em instrumento de um velado ateísmo preconceituoso e decidido a ser porta-voz de setores mais sectários dentro do movimento LGBTT.
Desde o tempo de militante do PT fui contra a legalização do aborto e sempre defendi que essa posição é de fórum íntimo e não pode ser encarado como central na política. Respeitei a decisão tomada pelo partido em congresso, mas não abandonei o meu direito de querer debater o assunto internamente. A posição oficial do partido sempre foi transparecida por mim, mas acompanhada de minha posição individual. Em nítido objetivo de transformar esse assunto como central em quase todos os debates, setoriais partidários levaram-me a compreensão de que se tratava de mais um movimento em busca de reafirmação identitária enquanto setorial, baseado mais uma vez na estratégia da afirmação das diferenças e no levantamento de trincheiras autoritárias que só permitiam definir que seria a favor ou contra, algo muito simplório para o complexo tema do aborto.
No campo da política geral, inegavelmente o partido manteve valorosa e positiva postura de nítido combate a corrupção, pela auditoria da dívida pública e recentemente contra o Código Florestal que ameaça nossas florestas. Na Bahia, as candidaturas de Hilton Coelho e Marcos Mendes foram acertadas quando buscaram capitanear a revolta do povo e ao denunciarem a ingerência de grupos econômicos sobre governos que durante suas gestões acabam perdendo sua autonomia política para implementar projetos a serviço da maioria de nosso povo. Espero que esse ambos lutadores, Marcos Mendes e Hilton, possam ocupar as cadeiras de Câmara na próxima vereança.
Relutei, relutei, mas não me vejo mais no PSOL. Resolvo me desfiliar de um partido que aponta para duas possibilidades desastrosas: ou irá cair no pragmatismo eleitoral adaptado à ordem, ou se tornará mais uma legenda doutrinária incapaz de se forjar como real alternativa para classe trabalhadora, apenas falando para os seus militantes. Como cristão, também vejo que não há espaço para nós e entre negar a minha fé e continuar nesse partido, prefiro ficar com a primeira.
Espero que ao deixar esse projeto partidário não signifique perder o apreço e a amizade de inúmeros companheiros e companheiras de luta que mesmo discordando de minhas posições, sabiam me respeitar e considerar como companheiro de vida. Não abandono a luta, visto que permanecerei nas batalhas de nosso povo, ora reivindicando direitos e lutando por avanços em minha categoria de trabalho, ora fortalecendo instrumentos independentes, não partidários, de organização dos trabalhadores como a INTERSINDICAL.
Essa decisão veio a se consolidar ao perceber que devo contribuir na resistência de projetos cruciais em nossa sociedade, como a afirmação da família. Em crise, os laços familiares sofreram com o intenso processo de desintegração, suprimindo a possibilidade de melhor qualidade de vida. O materialismo secularista induziu o homem a consolidar aquilo que há de pior entre os indivíduos: a cobiça desenfreada de auto-realização e exacerbada busca por prazer imediato-individualista. A obsessão desenfreada pela aquisição de bens e o intenso ritmo de concorrência econômica, relegaram a família a um projeto de simplória importância na vida das pessoas. O desequilíbrio promovido pelo individualismo hedonista e materialista não poupou nem a nossa sobrevivência ambiental, em flagrante desrespeito a natureza presenteada pelo Nosso Criador, tão ameaçada em nossos dias. Pretendo agora jogar peso em ações desenvolvidas por agrupamentos sociais ligados a minha igreja, além de minhas atividades espirituais que visam aprofundar as relações de solidariedade e fraternidade entre os indivíduos próximos de nós, buscando também favorecer a ampliação do nível de conscientização social crítico-coletivista próximo da realidade descrita em Atos dos Apóstolos 2:42.
Continuo na minha intransigente fome e sede de justiça, lutando com aqueles que sofrem e são diariamente consumidos por uma ordem social consumista, egoísta e opressora. Por inclusão social, contra preconceitos, pela reafirmação democrática, pela reforma agrária necessária e por reformas sociais que promovam maior distribuição de renda e por um desenvolvimento econômico ambientalmente sustentável. Um forte abraço a todos!
“Vi as lágrimas dos oprimidos,
Mas não há quem os console;
O poder está do lado
Dos seus opressores,
E não há quem os console.” Eclesiastes 4:1
Salvador, 16 de janeiro de 2012.
Por Gustavo Mercês
Fundador e ex-dirigente estadual.
“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
Porque serão fartos” Mateus 5:9
A vida é feita de iniciativas, intervalos e sonhos. Conhecemos quando, como e porquê começamos, mas não somos capazes de assegurar onde iremos chegar. Na vida política, engajamos em ideais, fomentamos sonhos e construímos perspectivas, visando um horizonte. Assim, em 2004, um jovem garoto recém ingresso na universidade, outrora desanimado com os descaminhos da estrela vermelha que embalou boa parte de sua adolescência estudantil secundarista-cefetiana, passa a participar de um movimento pró fundação de um partido de esquerda socialista e democrático que iria mais tarde fundar na Bahia o atual PSOL. Acreditava que ali nascia um partido capaz de reivindicar bandeiras históricas da classe trabalhadora e com vocação para dialogar e construir um novo projeto societário entre seus iguais, o povo brasileiro.
Entusiasmado com as promessas de próspero vigor oriundo das lutas protagonizadas pelos movimentos sociais, acreditei que o PSOL seria capaz de assumir a condição de alternativa real e com vocação popular, capaz de se inserir em um projeto de inclusão social, redução das desigualdades sociais, combate à concentração de renda e ampliação da democracia e da esfera dos direitos.
Desde a fundação sempre ocupei as responsabilidades de dirigir o partido em minha cidade e estado, sendo em 2006 candidato a deputado estadual pela legenda. Coordenei a última candidatura vitoriosa a governo com o companheiro de sempre Marcos Mendes. Nesse percurso conheci pessoas que acreditam e lutam verdadeiramente pelos seus ideais como os revolucionários Valdísio, Guilherme, Tiago Paixão, Marcelle, João Machado, Arlei entre outros espalhados por esse país.
O programa do PSOL desde a sua fundação expressava um conjunto de bandeiras e proposições acumuladas pela esquerda brasileira que buscavam a liberdade sem abrir mão da democracia. Éramos um conjunto de organizações de diversas matizes ideológicas que se abrigaram nessa legenda em pró de construir um partido de esquerda com vocação popular, sem ter muitas garantias do que esse PSOL seria depois de alguns anos, congressos e eleições.
Os últimos congressos nacionais apontaram para uma hegemonia de tradições de esquerda que em determinados momentos para ocupar espaços institucionais e vagas no parlamento tendem para um afrouxamento de suas exigências no campo das alianças partidárias em eleição, sem necessariamente perder o discurso esquerdizante e o forte apelo a segmentos sociais que entendem estratégicos na consolidação política dentro da sociedade. Discursos carregados de sectarismo e voltados essencialmente para parte da sociedade que vislumbra influenciar. Assim o partido fez do debate acessório do aborto o tema central de sua política, assumindo forte ativismo “de trincheiras” sob uma maniqueísta e extremista opção de “declarar guerra a quem finge te amar”. Percebendo a radicalização do ativismo LGBTT, essencialmente ateu e anti-evangélico, esse partido erigiu enormes paredes a fim de colocar em suas elaborações autoritárias do lado dos homofóbicos todos aqueles que não defendam o homossexualismo como projeto societário, mesmo que isso represente reforçar uma intolerância religiosa e um distanciamento da possibilidade de diálogo com os cristãos brasileiros. O aceitável seria para eles, um cristão abrir mãos de suas crenças religiosas e “sair do armário” e negar tudo que acreditam no campo da espiritualidade.
Na corrente que fiz construir, fui alvo de ataques por alguns membros que não concebiam o meu direito, mesmo que minoritário, de continuar expressando minhas posições quanto a não legalização do aborto, a não aprovação de lei de incentivo ao ódio e a discriminação (a PLC 122) e resoluções tomadas por setoriais como o da juventude defendendo a legalização da maconha. Minhas teses não foram publicadas em cadernos congressuais e não sentia que o partido estava disposto a permitir que essas posições, entendidas por alguns como conservadoras, fossem apresentadas e discutidas internamente, sob o lema de já terem sido superadas.
Quero aproveitar para deixar nítido que não há como separar concepções políticas de crenças nos indivíduos. A visão de mundo e vida são influenciadas pela nossa subjetividade, que carrega conteúdos da ordem emocional, espiritual, ideológica e cultural. Logo minhas concepções partidárias e minhas crenças espirituais, ora influenciadas por noções socialistas e anticapitalistas, ora pelas doutrinas e experiências coletivas religiosas propiciaram a constituição desse indivíduo em muitos momentos paradoxal, mas com uma chama viva no peito e atitudes cotidianas em defesa de um outro mundo, mais justo, fraterno e menos desigual. Não sou homofóbico por ter o direito de ver na prática homossexual algo contrário a minha concepção de mundo, mas isso nunca me levou a tirar, restringir ou oprimir indivíduos que tem todo direito de viverem do jeito que bem entenderem, afinal nós prezamos pelo livre-arbítrio e desejamos que as pessoas sejam felizes e não oprimidas. No meu entender, o sectarismo em alguns setores na luta LGBTT não entendia que eu não tenho a obrigação de fazer apologia à prática homossexual e meu compromisso é lutar contra as agressões sofridas por indivíduos que adotam essa opção sexual. Defendo que a atual redação do PLC 122 não cumpre o papel de luta contra homofobia, mas se conforma em um instrumento de evidenciação de setores do movimento às custas do cerceamento do livre direito de opinião e crença dos cristãos, mas sempre respeitei a posição oficial do partido, apesar de não admitir a tentativa de silenciamento de minha avaliação sobre o projeto. Trincheiras foram esboçadas para tentar erigir no meio da sociedade, e dentro da própria esquerda, discursos carregados de rancor aos cristãos, agressões descabidas a simbologia e crença (como na parada gay que utilizou indevidamente representações dos santos católicos de forma sensualizada) e nas avaliações pouco aprofundadas contra as 'Marchas para Jesus", além de disparos e agressões de forma indiscriminada a todos aqueles que reivindicam o Protestantismo. Evidentemente, que há homofóbicos entre nós, como em qualquer setor da sociedade, mas não podemos lançar todos na mesma vala. Isso só serviu para fazer auto-proclamação de setores que buscam reafirmar identidade e presença na sociedade a partir da diferenciação agressiva e atentatória aos diferentes.
A esquerda brasileira ainda carece de maior tato no diálogo com cristãos, evangélicos, espíritas e muçulmanos. Se não tivermos a coragem e a tolerância no debate com esses setores, iremos mais uma vez perder um enorme contingente da classe trabalhadora para setores que não estejam comprometidos com o povo, mas que sabem respeitar seus credos e não colocam como central de sua política essas divergências religiosas, que devem ficar no âmbito particular.
Fiquei profundamente preocupado ao perceber que o veto à Marina nos primeiros debates tinha, mesmo que não declarado, ranço religioso. Fiquei indignado com a política de veto à figuras como Rose Bassuma só pelo fato de ter posição contrária a legalização do aborto. Inúmeras desculpas foram forjadas para justificar o injustificável, vetar quem pensa diferente. Venho acompanhando a atuação no Congresso Nacional dos parlamentares do PSOL que vêm adotando posições compromissadas com projetos autoritários e sectários como o PLC 122 e pela aprovação do famigerado “kit-gay”. Nas intervenções é notório o forte apelo anti-evangélico que transformou o partido em instrumento de um velado ateísmo preconceituoso e decidido a ser porta-voz de setores mais sectários dentro do movimento LGBTT.
Desde o tempo de militante do PT fui contra a legalização do aborto e sempre defendi que essa posição é de fórum íntimo e não pode ser encarado como central na política. Respeitei a decisão tomada pelo partido em congresso, mas não abandonei o meu direito de querer debater o assunto internamente. A posição oficial do partido sempre foi transparecida por mim, mas acompanhada de minha posição individual. Em nítido objetivo de transformar esse assunto como central em quase todos os debates, setoriais partidários levaram-me a compreensão de que se tratava de mais um movimento em busca de reafirmação identitária enquanto setorial, baseado mais uma vez na estratégia da afirmação das diferenças e no levantamento de trincheiras autoritárias que só permitiam definir que seria a favor ou contra, algo muito simplório para o complexo tema do aborto.
No campo da política geral, inegavelmente o partido manteve valorosa e positiva postura de nítido combate a corrupção, pela auditoria da dívida pública e recentemente contra o Código Florestal que ameaça nossas florestas. Na Bahia, as candidaturas de Hilton Coelho e Marcos Mendes foram acertadas quando buscaram capitanear a revolta do povo e ao denunciarem a ingerência de grupos econômicos sobre governos que durante suas gestões acabam perdendo sua autonomia política para implementar projetos a serviço da maioria de nosso povo. Espero que esse ambos lutadores, Marcos Mendes e Hilton, possam ocupar as cadeiras de Câmara na próxima vereança.
Relutei, relutei, mas não me vejo mais no PSOL. Resolvo me desfiliar de um partido que aponta para duas possibilidades desastrosas: ou irá cair no pragmatismo eleitoral adaptado à ordem, ou se tornará mais uma legenda doutrinária incapaz de se forjar como real alternativa para classe trabalhadora, apenas falando para os seus militantes. Como cristão, também vejo que não há espaço para nós e entre negar a minha fé e continuar nesse partido, prefiro ficar com a primeira.
Espero que ao deixar esse projeto partidário não signifique perder o apreço e a amizade de inúmeros companheiros e companheiras de luta que mesmo discordando de minhas posições, sabiam me respeitar e considerar como companheiro de vida. Não abandono a luta, visto que permanecerei nas batalhas de nosso povo, ora reivindicando direitos e lutando por avanços em minha categoria de trabalho, ora fortalecendo instrumentos independentes, não partidários, de organização dos trabalhadores como a INTERSINDICAL.
Essa decisão veio a se consolidar ao perceber que devo contribuir na resistência de projetos cruciais em nossa sociedade, como a afirmação da família. Em crise, os laços familiares sofreram com o intenso processo de desintegração, suprimindo a possibilidade de melhor qualidade de vida. O materialismo secularista induziu o homem a consolidar aquilo que há de pior entre os indivíduos: a cobiça desenfreada de auto-realização e exacerbada busca por prazer imediato-individualista. A obsessão desenfreada pela aquisição de bens e o intenso ritmo de concorrência econômica, relegaram a família a um projeto de simplória importância na vida das pessoas. O desequilíbrio promovido pelo individualismo hedonista e materialista não poupou nem a nossa sobrevivência ambiental, em flagrante desrespeito a natureza presenteada pelo Nosso Criador, tão ameaçada em nossos dias. Pretendo agora jogar peso em ações desenvolvidas por agrupamentos sociais ligados a minha igreja, além de minhas atividades espirituais que visam aprofundar as relações de solidariedade e fraternidade entre os indivíduos próximos de nós, buscando também favorecer a ampliação do nível de conscientização social crítico-coletivista próximo da realidade descrita em Atos dos Apóstolos 2:42.
Continuo na minha intransigente fome e sede de justiça, lutando com aqueles que sofrem e são diariamente consumidos por uma ordem social consumista, egoísta e opressora. Por inclusão social, contra preconceitos, pela reafirmação democrática, pela reforma agrária necessária e por reformas sociais que promovam maior distribuição de renda e por um desenvolvimento econômico ambientalmente sustentável. Um forte abraço a todos!
“Vi as lágrimas dos oprimidos,
Mas não há quem os console;
O poder está do lado
Dos seus opressores,
E não há quem os console.” Eclesiastes 4:1
Salvador, 16 de janeiro de 2012.
sábado, 20 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
MATERIA NA IMPRENSA
Evangélicos defendem sexo só no casamento
http://www.bahianoticias.com.br/noticias/noticia/2011/07/30/98716,evangelicos-defendem-sexo-so-no-casamento.html#
Uma campanha nacional a favor do sexo apenas no matrimônio ganhou força na internet. A expressão “euescolhiesperar” apareceu entre os dez temas mais populares do Twitter no país. O perfil do movimento é seguido por quase 32 mil pessoas só na rede social. Outro movimento Atitude 434 também prega a pureza sexual. De acordo com o psicanalista Christian Dunker, da Universidade de São Paulo (USP), a castidade não seria um sinal de volta ao passado, mas uma tentativa de criar uma nova forma de comportamento para a atualidade. A tendência seria uma versão brasileira de um movimento presente nos EUA, onde adolescentes anunciam a castidade e adotam um anel para simbolizar o compromisso. Em Salvador, um dos defensores desta prática é Gustavo Mercês,comunicólogo e de religião batista. “Faço parte de um movimento que se espalha espantosamente pelo país, são milhões que escolheram esperar em Deus o tempo certo e a pessoa certa para ter e viver suas experiências sexuais e emocionais”, confessa.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
MELHOR ESPERAR EM DEUS

Somos um casal jovem que tem um chamado no coração: abençoar casais e profetizar por famílias e lares abençoados. Como jovens, temos procurado alertar a juventude dos riscos de uma pós-modernidade onde sob o pretexto do liberalismo sexual, muitas vidas tem sido ceifadas pelo inimigo. Temos orado por uma geração de jovens santos e separados da imoralidade sexual e que esperam de Deus o Melhor para suas vidas.
Queremos nos colocar a disposição e sem nenhum tipo de gasto conosco, a preleção do tema "PUREZA SEXUAL: SANTIDADE E SEXUALIDADE" onde alertamos a adolescentes, jovens e adultos aos riscos que estão colocados em nosso tempo quanto a sexualidade e como a igreja precisa assumir o papel de luz no mundo, preservando-nos puros e dispostos a servir ao Senhor para que vidas sejam alcançadas pelo testemunho de nossas vidas.
Estaremos fazendo em Fortaleza esse seminário no dia 18/08 e o vídeo chamada é esse abaixo:
http://www.youtube.com/watch? v=BiGhYYKR-qc
Quem somos nós:
Nós somos um casal de jovens batistas que irão se casar no proximo dia 20 de agosto de 2011. Gustavo é baiano da Igreja Batista Missionária Independência, ovelha do pastor Ubirajara (Bira), igreja sediada em Salvador que já teve como pastores o saudoso pastor Rosalvo "Movimento Obra Santa" e Myllene é uma braziliense que mora em Fortaleza, e é da Igreja Batista Ágape do pastor Luisinho Rebouças.
Gustavo e Myllene foram do Movimento Universitário Alfa e Ômega, e esse grupo foi a maneira que o Senhor usou para aproximá-los e iniciar uma história de amor que já tem mais de 3 anos. Agora nós iremos nos casar e desde o início de nosso relacioamento sentimos de Deus um chamado para servir aos casais crentes e não-crentes, tentando contribuir para, relacionamentos amorosos, casamentos e lares saudáveis e abençoados.
Tanto a história de Gustavo como a de Myllene há uma convergência de visão: casamento é um ministério e instrumento evangelístico de forte potencial em nossos tempos.
Pretendemos depois que voltarmos da lua de mel nos aperfeiçoarmos e buscar de Deus a capacitação para desenvolvermos esse dom dado por Ele. Iremos nos unir aos irmãos do ministério de casais de nossa igreja que será lá na IBMI Salvador.
Queremos pedir aos amados irmãos que intercedam por nossas vidas e que orem pelo nosso casamento. Queremos nos aperfeiçoar para ajudar e servir a casais de jovens e namorados em um mundo cada mais difícil em nossos tempos apocalípticos. Queremos reforçar a mensagem do "Esperar no Senhor" e exortar essa geração quanto aos riscos de uma forte ideologia de liberalismo sexual que toma nossa sociedade e até igrejas. Queremos testemunhar o quanto foi gratificante e fundamental preservarmos nossos corpos da imundícia do mundo, nos guardando um para o outro. Usar do testemunho que casamos virgens como algo de levar os jovens a se orgulhar e não se envergonhar.
Temos muitas idéias e planos, mas nesse momento queremos orar, buscar ao Senhor, aprender, se aperfeiçoar e ouvir como o Senhor deseja que começamos. Orem por nós.
Gustavo Mercês
Myllene Ramalho
MOVIMENTO EU ESCOLHI ESPERAR
http://euescolhiesperar.com
“Eu Escolhi Esperar“ é uma mobilização. Existem diverssas mobilizações que promovem causas nobres. Por exemplo, campanhas: contra o câncer, contra as drogas, racismo e outros temas.
Queremos nos colocar a disposição e sem nenhum tipo de gasto conosco, a preleção do tema "PUREZA SEXUAL: SANTIDADE E SEXUALIDADE" onde alertamos a adolescentes, jovens e adultos aos riscos que estão colocados em nosso tempo quanto a sexualidade e como a igreja precisa assumir o papel de luz no mundo, preservando-nos puros e dispostos a servir ao Senhor para que vidas sejam alcançadas pelo testemunho de nossas vidas.
Estaremos fazendo em Fortaleza esse seminário no dia 18/08 e o vídeo chamada é esse abaixo:
http://www.youtube.com/watch?
Quem somos nós:
Nós somos um casal de jovens batistas que irão se casar no proximo dia 20 de agosto de 2011. Gustavo é baiano da Igreja Batista Missionária Independência, ovelha do pastor Ubirajara (Bira), igreja sediada em Salvador que já teve como pastores o saudoso pastor Rosalvo "Movimento Obra Santa" e Myllene é uma braziliense que mora em Fortaleza, e é da Igreja Batista Ágape do pastor Luisinho Rebouças.
Gustavo e Myllene foram do Movimento Universitário Alfa e Ômega, e esse grupo foi a maneira que o Senhor usou para aproximá-los e iniciar uma história de amor que já tem mais de 3 anos. Agora nós iremos nos casar e desde o início de nosso relacioamento sentimos de Deus um chamado para servir aos casais crentes e não-crentes, tentando contribuir para, relacionamentos amorosos, casamentos e lares saudáveis e abençoados.
Tanto a história de Gustavo como a de Myllene há uma convergência de visão: casamento é um ministério e instrumento evangelístico de forte potencial em nossos tempos.
Pretendemos depois que voltarmos da lua de mel nos aperfeiçoarmos e buscar de Deus a capacitação para desenvolvermos esse dom dado por Ele. Iremos nos unir aos irmãos do ministério de casais de nossa igreja que será lá na IBMI Salvador.
Queremos pedir aos amados irmãos que intercedam por nossas vidas e que orem pelo nosso casamento. Queremos nos aperfeiçoar para ajudar e servir a casais de jovens e namorados em um mundo cada mais difícil em nossos tempos apocalípticos. Queremos reforçar a mensagem do "Esperar no Senhor" e exortar essa geração quanto aos riscos de uma forte ideologia de liberalismo sexual que toma nossa sociedade e até igrejas. Queremos testemunhar o quanto foi gratificante e fundamental preservarmos nossos corpos da imundícia do mundo, nos guardando um para o outro. Usar do testemunho que casamos virgens como algo de levar os jovens a se orgulhar e não se envergonhar.
Temos muitas idéias e planos, mas nesse momento queremos orar, buscar ao Senhor, aprender, se aperfeiçoar e ouvir como o Senhor deseja que começamos. Orem por nós.
Gustavo Mercês
Myllene Ramalho
MOVIMENTO EU ESCOLHI ESPERAR
http://euescolhiesperar.com
“Eu Escolhi Esperar“ é uma mobilização. Existem diverssas mobilizações que promovem causas nobres. Por exemplo, campanhas: contra o câncer, contra as drogas, racismo e outros temas.
“Eu Escolhi Esperar” visa fortalecer, encorajar, apoiar e dar suporte aqueles que abraçaram a vontade de Deus para suas vidas e decidiram “esperar no Senhor” o tempo certo, a pessoa certa e a forma certa para os relacionamentos.
“Eu Escolhi Esperar“ visa promover a cultura do Reino de Deus para os relacionamentos, principalmente entre os solteiros. Desconstruindo sofismas e restabelecendo os valores bíblicos para os filhos de Deus.
“Eu Escolhi Esperar“ é muito mais que um movimento pró-castidade. Pois ampliamos o assunto além da virgindade. Tratamos a importância de se viver uma vida sexual e emcional de forma pura e santa. Sendo assim a virgindade deixa der ser o foco e torna-se a consequência na vida daqueles que buscam santidade.
“Eu Escolhi Esperar“ é uma mobilização pró-matrimônio. Por que? Estar solteiro é bem diferente de ser solteiro. É um estado, um momento e não o destino. O tempo da espera é uma benção e não um castigo ou um “carma”. E esse tempo na verdade, é um momento precioso para o solteiro se preparar para seu futuro conjuge
Mais informações
No Brasil, milhares e milhares de jovens estão dizendo não, ao sistema mundano que estimula as pessoas a sexualidade, devassidão, descompromisso, desonra, imoralidade sexual, vícios e a banalização de relacionamentos.
A decisão de “esperar no Senhor”, não é nada fácil. E para alguns, manter o compromisso de esperar se torna um fardo pesado.
Entre os solteiros cristãos, há um hábito “comum” inciarem suas vidas emocionais e sexuais precocemente. Com ou sem compromisso, muitos iniciam verdadeiras aventuras emocionais, sem saber as implicações que os espera. Se a relação não culminar no matrimônio, o resultado no final desta história, não é nada romântico. É trágico.
O comportamento entre alguns solteiros cristãos, que optam pelo caminho do “Test Drive”, é fruto de uma cultura, que está dentro de muitos filhos de Deus. São sofismas e fortalezas que influenciam a mente e o coração de muitos adolescentes e jovens. E como confrontar isso?
A decisão de esperar é uma escolha voluntária e não pode ser fruto de uma pressão eclesiática. Se não, ela falha. A decisão, precisa vir de uma experiência pessoal com Deus, e revelação da Sua vontade. Inicia-se então um processo: a renovação da nossa mente (Rom. 12:2) e desconstrução dos sofismas. E assim a jornada é corresponder com o padrão de Deus para os relacionamentos.
Há uma geração espalhada entre as nações, que está dizendo não à sua carne, as suas paixões e tomaram uma decisão: Esperar pelo Senhor em vários sentidos, que incluem na lista, a vida sexual e sentimental.
sábado, 31 de outubro de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
Casamento: bom que seja no religioso...

“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrina de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento, e ordenam a abstinência de alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças” (1 Timóteo 4:1-3).
Acompanhamos em nossos dias o desmoronamento de uma sociedade que abraçou ao egocentrismo e o descompromisso com os ensinamentos de Jesus. Sob o lema do Antropocentrismo, o homem tem se conduzido para sua própria cova, perdido numa falsa liberdade que só distanciou ainda mais da Vontade Divina e assim sozinhos têm sofrido num mundo que não sabe como enfrentar frente a tantos dilemas mundiais. E onde está a Igreja do Senhor? Onde estão os profetas para denunciar as mazelas e orientar as nações? O corpo de Cristo na Terra, a noiva que se prepara para volta do Seu Senhor tem papéis a cumprir nesse mundo. São testemunhas de Cristo, são aqueles que devem se deixar usar por Jesus e mostrar a diferença em suas vidas e assim permitir aos perdidos a oportunidade de perceberem que é possível viver algo para além das degenerações e mazelas espirituais que o pecado tem promovido em suas vidas. Se há um colapso societário, descrença nos princípios coletivos, fragilidade no senso de justiça, fraternidade e respeito, tudo isso é o resultado previsível de uma geração que foi abrindo mão de certos princípios e instituições que sustentavam o respeito a importantes valores. Um exemplo é o atentado demoníaco patrocinado pelo pecado que tenta acabar com a instituição FAMÍLIA, concebida como uma organização social e espiritual advinda dos desígnios divinos. Sob a farsa de progresso, querem, nessa fase tida como pós-moderna, demolir os princípios que Deus concebeu para se conformar uma família. Querem agora dizer que para se ter uma família não precisa necessariamente de um homem e uma mulher(Casamento é a união física entre homem e mulher - Gn 2.24; Mr 10.1-9), nos papeis de Pai e de Mãe, querem acabar com a importância do casamento, tornar as relações sexuais como formas de relacionamentos descompromissados e fúteis sob o lema da mentirosa idéia do “carpem diem”( “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” Hebreus13:4) , querem menosprezar a dádiva de esperar o sexo para o momento pós-casamento e tornar o divórcio como um simples rompimento contratual mercantil. Uma sociedade sem valores e conduzida pelo egocentrismo e pela hegemonia do pecado nas relações sociais só poderiam conduzir a esta situação caótica-barbarie e instável em que se encontra.
O que também tem causado grande preocupação é que muitos cristãos tem se deixado levar por essa onda e dentro das igrejas há um avanço tenebroso e satânico de banalização da santidade e naturalização das coisas mundanas em suas vidas. O que há de mais triste é que a cada dia fica difícil perceber a diferença entre aqueles que dizem ser seguidoras de Cristo e aqueles que estão entregues a carnalidade desse mundo.
Pretendo aqui chamar atenção sobre apenas um ponto específico. Até o momento, graças a Deus, a igreja do Senhor tem entendido da importância do casamento e do sexo após o matrimônio, apesar de que há um crescente e alarmante índice de jovens que mantêm uma vida sexual sem estarem casados e acharem que é algo que os crentes devem conviver, já que esperar no Senhor é algo sacrificante. Para esses, só posso dizer que dessa forma nunca experimentarão do Melhor do Senhor e se afundarão cada vez mais no lamaçal pecaminoso que irá consumi-los, colocando em xeque até mesmo a sua salvação, ainda há tempo de arrependimento e mudança de atitude. Mas voltando à questão do casamento, quero compartilhar a minha tristeza e preocupação com os crentes que não tem dado a devida importância à celebração do casamento no ritual religioso.
Muitos alegam que por questões financeiras, abdicam dessa oportunidade de na igreja, com sua família espiritual e sob a benção do pastor e do Senhor Jesus, confirmar o compromisso em publico de seus votos de fidelidade com o companheiro e com Deus. Na verdade, o que tem se percebido é certo menosprezo com este ritual sagrado, pois assinar um papel só no civil tem sido visto como algo mais barato e que legitimaria a união civil entre os homens. Aí fica a pergunta: Se esse é o momento mais especial que muitos noivos esperam, momento em que o Senhor irá ser glorificado, momento em que a igreja do Senhor testemunhará do poder de Deus, através da alegria de um casal de irmãos, e uma excelente oportunidade de evangelizar a partir daquela história e daquela celebração a tantos que estão no mundo decepcionados com o amor e com os relacionamentos, o que faz cristãos que recebem essa benção de poder casar, simplesmente abdicarem desse momento ímpar realizado entre os irmãos e a igreja? Aí volto àquela discussão inicial. O mundo primeiro aboliu a necessidade de ter relações sexuais apenas depois do casamento, e muito cristãos foram junto, o mundo aboliu a necessidade de casar-se no religioso e muito crente tem ido junto, o mundo constituiu o divórcio e infelizmente muitos cristãos tem divorciado como fosse trocar de roupa, o que então estaria nos diferenciando em relação àqueles que se definham no mundo?
Se há dificuldades financeiras, a igreja, como família, deve ajudar o casal naquilo que é possível e independentemente que um casamento seja tido como modesto e simples, o importante é q ele será lindo para Deus e para aqueles que percebem a sinceridade daqueles que estão casando e a unção especial que é derramada pelo Senhor naquele momento. Não faça do seu casamento uma mera oficialização humana, permita-o ser uma celebração santa e uma excelente oportunidade de testemunhar/evangelizar a partir da sua obediência ao Senhor e da Fidelidade Dele para convosco. Fica essa reflexão aos irmãos!
segunda-feira, 6 de abril de 2009
domingo, 29 de março de 2009
Ei, tem alguém te observando...
Se ligarmos a televisão, perceberemos que os noticiários só falam de uma coisa: CRISE. Agora quem ganha destaque é a crise econômica, o desespero daqueles que se colocam na dependência dos humores de mercado, o sobe e desce das ações, levando muitos a ponto de cometer suicídio. Mas não é só uma crise na esfera econômica, o planeta também não consegue sobreviver ao ritmo de desenvolvimento insustentável que tem proporcionado um colapso ambiental. A esfera política parece cada dia mais um espaço a serviço da corrupção, da mentira e da prevaricação. A ciência não consegue mais dar respostas aos dilemas postos na sociedade e percebe quão limitada, assistindo a utilização de seus inventos e teorias para guerra, aprofundamento de desigualdades e destruição. Na verdade estamos vivendo uma crise generalizada em todos os âmbitos da sociedade.
A família se ver atingida, as drogas se disseminam pelo mundo, trazendo consigo toda sorte de violências. As crianças não escapam da crueldade dos pedófilos e cada vez mais surge uma notícia que nos choca e causa terror na sociedade. Esta crise humana, se investigada em sua própria essência, revelará que é o pecado e todas as suas conseqüências (desamor, injustiça, corrupção, egoísmo, vaidade, consumismo, engano e violência) que são os principais agentes que levaram a raça humana ao colapso que se encontra hoje. Marxistas, ainda sonham com um mundo sem opressões, mas não percebem que as urgentes mudanças passam necessariamente por dentro dos indivíduos. É a ausência de Jesus na vida das pessoas que tem levado agirem de acordo a sua natureza pecaminosa e intrinsecamente má. Só Jesus, é capaz de mudar o homem, mas o mundo não entende isso, porque está mergulhado na lama do pecado, conduzindo este planeta da sua forma e assim a sua total destruição.
E onde estão os cristãos? Como eles estão nesse mundo? Esta é a grande questão. Cristãos, que são verdadeiros adoradores e que tem a vida colocada no Altar do Senhor, são verdadeiros portais. De dentro de cada um abre-se uma porta e por ela saem poder e esperança a um mundo sem horizontes. Daí a importância e a responsabilidade de observarmos como agimos e como as pessoas desse mundo nos observam e o que elas presenciam em nossas vidas. O Evangelho dos últimos tempos supera o Evangelho pelo falar, e faz de nossas vidas entregues a Cristo, verdadeiros instrumentos evangelísticos, a serviço da obra do Senhor.
Segundo Fernando Fernandes, professor seminarista – Batista de SP, “Para sabermos o que devemos fazer ou o que devemos evitar em nosso cotidiano, como também em que acreditar, consultamos a Bíblia. Desse modo, tanto a ética como a teologia evangélica deve estar solidamente baseada nas Escrituras Sagradas. A Bíblia é a única fonte e normas, de ensino e de prática cristãs a ser considerada pelo cristão sincero”.
A ética oferecida pelos cristãos ao mundo é fundamentada na obra que Cristo realizou e realiza, principalmente a mensagem do amor ao próximo, como uma expressão verdadeiramente adoradora, que vai muito além do esforço para merecer as benesses divinas. Sejamos diferentes neste mundo afinal:
“Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo”. João 9:5
domingo, 8 de março de 2009
SAL DA TERRA TÁ PASSANDO E CHAMANDO VOCÊ....

Sal da Terra - Evangelizando no Carnaval
fevereiro 27th, 2009
Quem vive atento às mudanças de comportamento no cenário festivo baiano, por certo já percebeu que ele vem mudando e já é motivo de análise de sociólogos de plantão.
No Carnaval de 2005, o sociólogo Roberto Albergaria, então comentarista de comportamento da TV Educativa, ao ser chamado a analisar a participação de evangélicos do Bloco Sal da Terra, não usou de meias palavras para garantir que em 10 anos, ou um pouco mais, o Carnaval de rua de Salvador teria uma nova feição, sendo dominado por evangélicos, considerando-os ousados, criativos e com objetividade.
Ninguém da mídia que ouviu o sociólogo dizer isso, repercutiu. Talvez não levasse a sério, achando que se tratava de um delírio. Falha no sensor jornalístico, preconceito, coisas que não combinam com o bom exercício da profissão midiática.
Enquanto isso, um movimento diferente do tradicional cresce em templos evangélicos de diversas denominações. Há um outro olhar evangelístico sobre eventos de massa.
Rompeu-se o véu do preconceito e muitos têm tomado a decisão de entrar de corpo e alma na maior festa popular do planeta. As festas juninas também estão no calendário dos evangélicos.
O quê? Indagarão os desavisados e contrários. Mas, para o cristão clarividente, teologizado, comprometido, pastores mais jovens, isso não é nenhuma heresia.
Sem receio, esses novos líderes afirmam que o primeiro missionário destinado por Deus, Jesus Cristo de Nazaré, era um festeiro, não perdia um evento popular de seu povo judeu, para levar sua mensagem de alegria e salvação.
E não foi a toa que o austríaco Jhoannes Sebastian Bach construiu um dos mais belos clássicos da música do período renascentista, “Jesus a Alegria dos Homens”. Ele só ficava triste por causa do sofrimento do povo oprimido. E por ele morreu de forma tão cruel.
A bordo de bloco sem cordão, totalmente caracterizado como uma entidade carnavalesca, o Bloco Sal da Terra, da Igreja Batista Missionária da Independência, pioneiro na modalidade do gênero, evangeliza no circuito Pelourinho–Sé, de sexta a terça-feira de Carnaval, desfilando em seu repertório cânticos gospels animados,no ritmo afrobaiano, do reggae ao samba (…).
Este ano, o bloco se juntou a outros movimentos evangélicos no Carnaval (Igreja Batista do Garcia/ Igreja Batista de Itapagipe e Jovens Com Uma Missão - Jocum). Altivos e alegres pisaram o asfalto do circuito Barra Ondina, fazendo trajeto inverso, puxado por um pequeno mais possante carro de som, capitaneado pelos pastores Elson, do Garcia, Laurito, de Itapagipe, Elias da Jocum, dentre outras lideranças do movimento.
Nesse lugar, promoveram um espetáculo inesquecível, que fez chorar muita gente, impactada com o que ouviram do pastor Elson, um relato triste e veemente dos indicadores sociais da cidade do Salvador, mascarada no Carnaval.
Em seguida, todos ajoelhados no asfalto, clamaram a Deus, em oração fervorosa, sabedoria aos governantes, especialmente ao prefeito João Henrique, que enfrenta o desafio de administrar uma cidade como Salvador, com alto grau de religiosidade e fé, mas que não consegue superar suas profundas desigualdades.
Pediu-se também na oração, providência contra as mazelas advindas do sistema econômico e sua má distribuição de renda, todas as formas de exclusão, violência e racismo, e contra o que chamou de potestades do mal incrustado no poder, ou seja, ganância e corrupção, desejando não só para a Bahia, como para todo o país, uma sociedade justa, como Cristo apregoou.
Por fim, uma ceia com pão e vinho foi servida ao ar livre, intrigando traseuntes e expectadores, num ato comovente, de um pacto com Jesus.
BLOG DA LADY EVA
19-02-2007
http://www.portalriovermelho.com.br/noticias.php?cod=109
Bloco cristão evangeliza no Carnaval de Salvador
fevereiro 17th, 2009
O Carnaval reúne pessoas de todos os tipos, lugares e idades e a violência, o uso abusivo de entorpecentes e a prostituição são características marcantes desta festa, tanto que depois deste evento o número de mulheres grávidas aumenta significativamente, pois as pessoas ficam mais vulneráveis aos ataques de Satanás.
Pensando exatamente nessas problemáticas, o pastor presidente da Igreja Batista Missionária Independente de Salvador, Ubirajara Gomes e Silva se questionou: “Quem vai deter esses ataques? Quem pode ser uma grande barreira para impedir a ação do diabo nesses dias? Quem vai dar o grito de alerta para as pessoas não caírem no abismo?”
Foi assim que, há dez anos, o pastor Ubirajara percebeu que deveria aproveitar o Carnaval, que é considerado a maior festa de rua do mundo, para levar uma mensagem de amor e salvação às pessoas e ver a cidade de Salvador aos pés de Jesus. E assim, foi criado o Projeto Sal da Terra.
Missão
A Missionária Cristiane Nonato, coordenadora geral do Bloco Sal da Terra conta que quem já evangelizou no Carnaval sabe que as pessoas estão sedentas do verdadeiro Deus. “Elas procuram nesta festa, esquecer os seus inúmeros problemas e dificuldades, são como ovelhas sem pastor, por isto estamos caminhando para dez anos com este projeto.”
O trabalho realizado pelo Bloco é dinâmico e criativo e várias estratégias são utilizadas para levar Cristo aos foliões. O Bloco sai com uma ala de sopro e percussão e uma ala de dançarinos, explica Cristiane. “Temos também um grupo de capoeiristas, além de uma ala especial para o público infantil, com bonecas, palhaços e outros personagens. O Bloco distribui folhetos contendo mensagens evangelísticas e outras atrações musicais.”
Quézia Nascimento, que faz parte deste projeto há cinco anos, juntamente com sua família, revela que é um trabalho maravilhoso, pois é uma estratégia de Deus para levar Jesus aqueles que ainda não o conhecem e ela afirma que os resultados são muito bons. “No ano de 2008 foram mais ou menos 960 pessoas que aceitaram a Cristo”, revela.
Cristiane destaca que a cada ano o número de participantes aumenta, e o alvo para 2009 é sair com 700 componentes (soldados de Cristo) para a guerra e ela garante que o resultado é muito satisfatório, além da oportunidade de levar alegria e paz no carnaval de Salvador. “As pessoas são bastante receptivas a mensagem que pregamos e aceitam a Jesus como Salvador.”
Muitos pastores temem que seus discípulos evangelizem em festas carnavalescas, afinal, alguns acabam gostando tanto da badalação que ao invés de levarem Jesus às pessoas, acabam dançando no ritmo das músicas. E é exatamente por isso, que para fazer parte do Bloco Sal da Terra, há um requisito essencial: ser cristão e membro de alguma igreja e estar em plena comunhão com Deus e com a obra. Para que o evangelismo tenha êxito, no início de cada ano os missionários iniciam um jejum e se consagram ao Senhor.
São tantas as festa pagãs no Brasil e que incentivam a diversão sem medida e sem responsabilidade, que é preciso aproveitar todas as oportunidades para levar Jesus às pessoas, mas para isso a missionária alerta, “seja uma luz de Jesus a brilhar, que você seja o Sal da Terra que impede a proliferação do mal.”
Link: http://www.zoenet.com.br/home/noticias/noticia.php?id=3173
Fonte site: www.zoenet.com.br
Autor: Flávia Soares - ZOE
Evangélicos evangelizam no Carnaval de Salvador
fevereiro 17th, 2009
Quem imagina que durante o carnaval todos os evangélicos saem da cidade para retiros espirituais, ainda não conhece o bloco Sal da Terra da Igreja Batista Missionária da Independência (IBMI). Em 2009, o bloco desfila de 20 a 24 de fevereiro, no horário das 15h ás 23h, no circuito Batatinha (Pelourinho e Praça da Sé), com apresentação de danças e dramas; banda de percussão; roda de capoeira; evangelização de crianças com palhaços, brincadeiras e vários bonecos; cantores gospel, a exemplo de Marinez, ex-Banda Reflexus; evangelismo pessoal; apresentação circense e distribuição de folhetos.
Este ano o bloco completa 10 anos de evangelização no carnaval da Bahia, no entanto, a coordenadora geral do Sal da Terra Cristiane Nonato diz que algumas Igrejas fazem esse trabalho de evangelização antes mesmo da IBMI, e cita como exemplo, a Igreja Batista 2 de Julho, a Batista Sião, entre outras. Cristiane destaca que existe um Projeto chamado Espiritual Salvador, que reuni várias igrejas no mesmo objetivo - A evangelização no carnaval. “Este projeto tem como principal estratégia 100 horas de intercessão ininterrupta durante todo o período da festa. Todas as Igrejas envolvidas ficam abertas 24 horas em adoração e intercessão por todo trabalho de evangelização durante o carnaval. O Espiritual Salvador realiza também no domingo (22) um encontro no circuito Barra – Ondina, com todas as igrejas que estão envolvidas no projeto”.
Segundo Ubirajara Gomes e Silva o pastor responsável pela IBMI, o que motivou a realização desse trabalho em pleno carnaval, foi o fato de esta ser a maior festa, ao ar livre do mundo. “Entendo ser o carnaval, um local onde encontramos muita gente, aproveitamos para resgatar as pessoas das drogas. O nosso objetivo é divulgar o evangelho, pregar de forma descentralizada. Estamos aqui para salvar as pessoas, libertar vidas e obedecer ao ide de Jesus, que é pregar sua palavra a toda criatura”, salienta o pastor.
Este ano está sendo esperada a participação de 500 missionários da Jocum (Jovens com uma Missão) de todo o Brasil, que intensificarão o trabalho de evangelismo, já realizado por equipes de igrejas locais. Para participar do bloco é necessário ser membro de alguma igreja evangélica, ter mais de um ano de batismo e estar em plena comunhão. Também é imprescindível apresentar carta de recomendação pastoral. O valor da participação com hospedagem é R$ 120,00 (cobre alimentação e o abada) e sem hospedagem R$ 50,00. Para mais informações: www.saldaterra.art.br ou 71 3321-8178.
Link: http://www.bocadopovo.com.br/noticias.php?cat=2
Site: www.bocadopovo.com.br
Autor: Carlos Souza
domingo, 8 de fevereiro de 2009
IMPACTO DE CARNAVAL - SAL DA TERRA / JESUS REINA / ESPIRITUAL 2009
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Em 2009 o bloco Sal da Terra estará fazendo dez anos que Evangeliza no Carnaval de Salvador. Durante esse tempo vimos muitas pessoas aceitarem a Jesus e serem batizadas.
A nossa Missão no Carnaval tem sido levar o Evangelho para aqueles que estão nas ruas.
A nossa Visão é ver a cidade de Salvador aos pés de Jesus.
A nossa Estratégia é o Bloco Sal da Terra. Cremos que precisamos pregar a palavra a tempo e fora de tempo. (Tm.4.2)
Nos fazermos de tudo para com todos, e por todos os meios chegarmos a salvar alguns (Iª Cor. 9.22). Cremos que onde aumentou o pecado, a graça de Deus transbordou (Rm.5.20).
Um famoso Sociólogo da nossa cidade, quando perguntado por uma repórter de TV o que ele achava da presença dos Evangélicos no carnaval, falou o seguinte: “Os Evangélicos são ousados, e daqui a 5 ou 10 anos o Carnaval de Salvador terá outra cara” .
Não estamos nas ruas porque queremos (servo não tem vontade) mas porque Jesus nos manda irmos e pregarmos o Evangelho a toda a criatura (Mt. 28:18-19).
Quem já evangelizou no carnaval sabe que as pessoas estão sedentas do verdadeiro Deus. Elas procuram no Carnaval esquecer os seus inúmeros problemas e dificuldades, são como ovelhas sem pastor, por isto estamos caminhando para dez anos realizando esse trabalho.
A cada ano o número de participantes aumenta, e o alvo para 2009 é sairmos com 700 componentes (soldados de Cristo) para a guerra. A partir do dia 04 de Janeiro iniciaremos uma Campanha de quarenta dias de Oração e Jejum para nos fortalecermos espiritualmente, pois sabemos contra quem que estamos lutando, e precisamos usar as armas certas para derrotá-lo. (Ef. 6:12; 2ª Cor. 10:4).
Os dias de carnaval são os dias em que Salvador e seus moradores ficam mais vulneráveis aos ataques de Satanás. Quem vai deter esses ataques? Quem pode ser uma grande barreira para impedir a ação do diabo nesses dias? Quem vai dar o grito de alerta para as pessoas não caírem no abismo?
Jesus disse: “ Ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Ao contrário, coloca no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa.” Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens.” (Mt. 5: 15-16). Ele também disse: “ Vocês são o Sal da Terra” (Mt. 5.13)
A nossa missão no carnaval é justamente esta: sermos a Luz que dissipa as trevas e o sal que preserva o sabor da vida.
Que você seja uma Luz de Jesus a brilhar no Carnaval de Salvador, que você seja o Sal da Terra que impede a proliferação do mal.
A Deus toda a Glória!
Pr. Ubirajara
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